Profissionais deverão voltar ao trabalho nesta quinta-feira (10). Sindicato vai recorrer da decisão.
A greve dos profissionais da Educação em Nova Friburgo, Região Serrana do Rio, não foi reconhecida pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), após sessão na tarde desta quarta-feira (9), no Rio de Janeiro. A paralisação que começou no dia 13 de março e já dura 28 dias foi considerada "abusiva" e, caso os profissionais não voltem ao trabalho nesta quinta-feira (10), o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe) deverá pagar multa diária de R$ 50 mil.
O julgamento foi presidido pela desembargadora Maria das Graças Cabral Viegas Paranhos, vice-presidente do TRT/RJ. Para declarar o movimento ilegal, a relatora levou em conta o fato de que o Sepe não conseguiu comprovar nos autos sua legitimidade para representar a categoria. O Sepe ainda poderá recorrer da condenação. O assessor de imprensa do sindicato informou que a decisão será cumprida e que as aulas retornarão ao normal nesta quinta-feira (10), mas o Sepe vai recorrer da decisão.
A principal reivindicação da categoria é o reajuste de 30% sobre o valor do piso salarial (atualmente de R$ 925). A categoria também pedia a retomada das negociações do plano de cargos e salários para os profissionais de apoio da rede municipal, que correspondem a 80% da força de trabalho da pasta. Hoje, apenas os professores estatutários estão enquadrados no plano. Apesar disso, a prefeitura se negava a negociar diretamente com o Sepe e disse que a conversa aconteceria com o Sindicato dos Servidores, elaborando um plano de cargos e salários para todos os servidores do município.
No dia 31 de março, o presidente do TRT/RJ, desembargador Carlos Alberto Araujo Drummond, concedeu liminar que determinava o retorno às atividades de pelo menos 30% do total de trabalhadores, sob pena de multa diária de R$ 50 mil contra o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe). O Sepe atendeu ao pedido do TRT e os 30% dos profissionais já voltaram ao trabalho.
Fri notícias/G1.com
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O julgamento foi presidido pela desembargadora Maria das Graças Cabral Viegas Paranhos, vice-presidente do TRT/RJ. Para declarar o movimento ilegal, a relatora levou em conta o fato de que o Sepe não conseguiu comprovar nos autos sua legitimidade para representar a categoria. O Sepe ainda poderá recorrer da condenação. O assessor de imprensa do sindicato informou que a decisão será cumprida e que as aulas retornarão ao normal nesta quinta-feira (10), mas o Sepe vai recorrer da decisão.
A principal reivindicação da categoria é o reajuste de 30% sobre o valor do piso salarial (atualmente de R$ 925). A categoria também pedia a retomada das negociações do plano de cargos e salários para os profissionais de apoio da rede municipal, que correspondem a 80% da força de trabalho da pasta. Hoje, apenas os professores estatutários estão enquadrados no plano. Apesar disso, a prefeitura se negava a negociar diretamente com o Sepe e disse que a conversa aconteceria com o Sindicato dos Servidores, elaborando um plano de cargos e salários para todos os servidores do município.
No dia 31 de março, o presidente do TRT/RJ, desembargador Carlos Alberto Araujo Drummond, concedeu liminar que determinava o retorno às atividades de pelo menos 30% do total de trabalhadores, sob pena de multa diária de R$ 50 mil contra o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe). O Sepe atendeu ao pedido do TRT e os 30% dos profissionais já voltaram ao trabalho.
Fri notícias/G1.com